Por muito tempo, eu acreditei na ilusão romântica de que "quando se tem amor, o resto a gente dá um jeito". Vivi anos casada com um homem maravilhoso no trato, mas completamente desastroso com o dinheiro. Enquanto eu tentava construir um alicerce, ele cavava buracos. A falta de uma finança pessoal sólida no nosso lar transformou meus sonhos em pesadelos de insônia e cobranças bancárias. Eu via o tempo passar, o patrimônio estagnar e percebi, da forma mais dolorosa possível, que o amor não paga boletos e nem garante a nossa paz.