Cresci ouvindo que amor era suficiente. Que bastava sentir, que o resto vinha naturalmente. Mas cheguei aos trinta e poucos anos com uma certeza diferente — e muito mais clara: amor sem alinhamento financeiro constrói ilusão, não futuro. Quero casar, sim. Quero ter filhos, construir uma casa, viajar e envelhecer bem. Só que não farei isso ao lado de alguém que trata dinheiro como tabu. O parceiro que quero precisa entender de planejamento financeiro familiar, saber usar um cartão black com inteligência e encarar o casamento como uma sociedade — com metas, estratégia e crescimento real.